domingo, 29 de novembro de 2009

Giroscópio Humano


Feito de três anéis metálicos concêntricos e seis rolamentos,sendo dois fixos na base.A pessoa é fixada no interior do anel menor através de um velcro e fivelas.È uma experiência que a pessoa sentio mundo rodando.
O equipamento dá as pessoas a sensação de estar flutuando num ambiente sem gravidade.

Nomes: Natiele Sampaio , Susele Costa e Camila Athaide 2°E




Nomes: Luan, Monique e Ludmila

Por que a bola não cai?
Soprador de bolas

1. Ligue o ventilador pressionando o botão
2. Coloque a bola dentro do jato de ar


Por que a bola não cai?
Por que ela não é levada pelo jato?
Por que o jato de ar produz uma força de sustentação sobre a bola.

Explicação:
Nesse experimento que possui uma potente ventoinha, produzindo um jato de ar, o qual é orientado por meio de uma mangueira flexível, podendo ser deslocada da vertical.
Observa-se que a bola fica “presa” no interior desde jato de ar, ainda que o mesmo não seja vertical.
Tal fato pode ser analisado a luz da Mecânica dos Fluídos. Foi inicialmente enunciado por Daniel Bernoulli em 1738: “se a velocidade de uma partícula do fluido aumenta, enquanto ela se escoa ao longo de uma linha de corrente, a pressão do fluido deve diminuir, e vice-versa.”
Nesse caso especifico, para que a bola não caia, é necessário que a força peso seja equilibrada pelo surgimento de outra força de igual módulo e direção, porém com sentido contrário.
Essa outra força, também conhecida como “sustentação dinâmica”, está associada a circulação do ar, ou seja, com o escoamento do fluído (ar).
As linhas de corrente, devidas ao formato aerodinâmico da bola, indicam que o ar assume maior velocidade na parte de cima da bola do que na de baixo dela. Portanto a pressão do ar abaixo da mesma deve ser maior do que a pressão imediatamente acima da bola, de modo que, em função desse diferencial de pressão, uma força se sustentação dinâmico atuará sobre ela.


Nomes: Monique, Luan e Ludmila

Coração Humano:

Pesando apenas 300 g, o coração é um órgão essencial para o nosso corpo, pois, ele é responsável pelo bombeamento do sangue, que leva oxigênio e nutrientes para todas as células do corpo para que elas se mantenham, e se desenvolvam.
É um órgão muscular que funciona como se fosse duas bombas trabalhando simultaneamente, uma das bombas engloba a aurícula e o ventrículo direitos e a outra a aurícula e o ventrículo esquerdos. A aurícola e o ventrícolo direito são responsáveis por arrastar o sangue para os pulmões, onde o dióxido de carbono é liberado, e o oxigênio é recebido. A aurícola e o ventrículo esquerdos, por outro lado, tem o trabalho de lever o sangue enriquecido com oxigênio para todo o corpo. Nesta experiência feita na PUC mostra como funciona um coração.

Nomes: Ludmila, Luan e Monique
Vulcão:
Nessa experiência que vimos na PUC, observamos um vulcão como se ele estivesse em erupção, lemos no cartaz que erupções de vulcões poderiam ter iniciado a vida na Terra, então fizemos uma pesquisa a esse respeito:
As primeiras análises com técnicas mais modernas foram realizadas por Stanley Miller da Universidade de Chicago em 1953 e 1954, ele simulou que as primeiras atmosferas da Terra seriam compostas de uma corrente elétrica e gases ricos em hidrogênio como, metano e amoníaco. Miller estava certo, os cientistas conseguiram comprovar que os gases de uma erupção vulcânica são ricos em hidrogênio, o mesmo que existia na atmosfera da Terra, comprovando então que no inicio da vida na Terra havia muitas atividades vulcânicas.
Hoje em dia existem ainda muitos vulcões em todo planeta, no Brasil, por exemplo, existem dois inativos. Mas ainda em alguns lugares ha vulcões ativos que causam grandes destruições, um grande marco na história de vulcões foi a história da cidade de Pompéia no Antigo Império Romano, onde toda a cidade foi petrificada pela larva do vulcão Vesúvio.

Nomes: Monique, Ludmila e Luan
Queda Livre:
A experiência é uma roda, e dentro dela há dois tubos transparentes que conforme a roda fosse girada os tubos e os objetos dentro dos tubos também eram girados ficando de cabeça para baixo e depois voltando ao normal. Dentro de cada tubo havia uma bolinha e uma pena iguais nos dois tubos, só que em um tubo havia ar e no outro vácuo. Então podemos perceber que quando o experimento ficava de cabeça para baixo, onde havia vácuo a queda dos objetos era na mesma aceleração, e onde não havia a bolinha que era mais pesada descia primeiro que a pena que era mais leve.
O primeiro pensador sobre este assunto foi o filósofo Aristóteles que acreditava que se objetos leves e pesados fossem abandonados de uma mesma altura, os objetos mais pesados alcançariam o solo mais rápido que os leves. Esta teoria foi aceita até que Galileu Galilei fez uma grande experiência, subiu no alto da torre de Pisa que fica na Itália e abandonou de lá vários objetos de diversos pesos, que atingiram o chão simultaneamente.
A comprovação veio então com os tubos de Newton, onde ele provou que tanto Aristóteles quanto Galileu estavam certos, os tubos que ele criou permitiam que existisse vácuo dentro deles, então foi simples fazer a experiência que foi feita no Museu da PUC

Fuso Horário

As zonas horárias ou fusos horários são cada uma das vinte e quatro áreas em que se divide a Terra e que seguem a mesma definição de tempo.

Os fusos horários geralmente estão centrados nos meridianos das longitudes que são múltiplos de 15°; no entanto, como se vê no mapa anexo, as formas dos fusos horários podem ser bastante irregulares devido às fronteiras nacionais dos vários países ou devido a questões políticas.
Todos os fusos horários são definidos em relação ao Tempo Universal Coordenado (UTC), o fuso horário que contém Londres quando esta cidade não está no horário de verão onde se localiza o meridiano de Greenwich, o qual divide o fuso horário.

O fuso horário é muito importante para nos orientarmos, além de também servir para controlar o consumo de energia elétrica.
Graças a ele podemos aproveitar melhor os dias e temos noites de sono corretamente.

Nomes: Lauren Lemos e Miriam Buss.
Turma: 2ºE

Fazendo bolhas
Nesse experimento tinhamos que puxar o êmbolo para cima, depois empurrá-lo para baixo, injetando ar no cilindro que está cheio de óleo.

Com isso, fazemos uma bolha que vai crescendo conforme vai subindo pelo tubo.

Isso acontece porque a pressão que o líquido exerce sobre a bolha vai diminuindo e por consequência, seu volume aumenta.
Esse mesmo fenômeno acontece no mar, quanto mais para o fundo vamos, mais pressão a água vai exercer sobre nós. Uma experiência simples para demonstrar isso, é pegar um tubo bem comprido, encher de água e empurrar uma latinha até o fundo. Quanto mais para o fundo a latinha for, mais ela vai se amassando.


Nomes: Lauren Lemos e Miriam Buss.
Turma: 2ºE

Aborto
Um aborto é quando a mulher para sua gravidez, expulsando de dentro de si, o feto, causando sua morte.
Isso pode ocorrer de forma espontânea ou artificial.
Atualmente no Brasil o aborto é considerado crime, exceto em duas situações: de estupro e de risco de vida materno. Estão fazendo uma proposta de um Anteprojeto de Lei, que está sendo encaminhado ao Congresso Nacional, alterando o Código Penal. Ele tenta incluir uma terceira possibilidade de aborto, que é quando está constatado anomalias fetais.

Nomes: Lauren Lemos e Miriam Buss.
Turma: 2ºE

Célula Animal
As células são os menores e mais simples componentes do corpo humano. A maioria das células são tão pequenas, que é necessário juntar milhares para cobrir a área de um centímetro quadrado.

A Célula animal é uma célula que se pode encontrar nos animais e que se distingue da célula vegetal pela ausência de parede celular e de plastos. Porém, tanto a célula animal quanto a vegetal são eucariontes.

A palavra célula foi usada pela 1° vez em 1665, pelo inglês Robert Hooke (1635-1703). Com um microscópio muito simples ele observou pedaços de cortiça, e ele percebeu que ela era formada por compartimentos vazios que ele chamou de células.
Estão presentes na célula animal:
Membrana plasmática, ribossomos, centríolos, complexo de Golgi, ribossomos, retículo endoplasmático, lisossomos, mitocôndria.

Nomes: Lauren Lemos e Miriam Buss.
Turma: 2ºE


Raios Coloridos

A bola de Plasma, diz respeito a uma montagem que reúne eletrônica e descarga em gases rarefeitos. A parte eletrônica prende-se a um circuito oscilador que produz altos potenciais elétricos capazes de, mediante o campo elétrico produzido, ionizar o gás rarefeito aprisionado no globo. Os raios observados nessa atmosfera de plasma são determinados, na sua forma, pela natureza do sinal elétrico utilizado, e, na sua cor, pelo tipo de gás utilizado.
Sob o efeito do intenso campo elétrico que cerca o elétrodo central do globo, ocorre a ionização do gás rarefeito e observam-se vários raios entre esse elétrodo central e o globo de vidro que tem, efetivamente, o potencial elétrico do solo. Os raios não têm direção privilegiada uma vez que o elétrodo central é equidistante de qualquer parte do globo de vidro.
Descargas elétricas provocam a excitação e a ionização de alguns átomos do gás. Os átomos excitados, ao voltarem ao seu estado inicial, emitem luz. Quando alguém aproxima a mão do globo haverá faísca entre o globo e as pontas dos dedos.
Como vimos então, a descarga elétrica é capaz de excitar os átomos do gás que se encontra dentro da lâmpada fluorescente, mesmo estando esta a uma certa distância da bola isto é uma prova de que a energia da radiação se propaga através do espaço.

Nomes: Cibele Scumann, Daiane Holz.
Turma: 2° E.


Aborto.

Um aborto ou interrupção da gravidez é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, resultando na sua morte ou sendo por esta causada. Isto pode ocorrer de forma espontânea ou artificial, provocando-se o fim da gestação, e consequentemente o fim da vida do feto, mediante técnicas médicas, cirúrgicas entre outras.
Após 180 dias (seis meses) de gestação, quando o feto já é considerado viável, o processo tem a designação médica de parto prematuro. A terminologia "aborto", entretanto, pode continuar a ser utilizada em geral, quando refere-se à indução da morte do feto.
Através da história, o aborto foi provocado por vários métodos diferentes e seus aspectos morais, éticos, legais e religiosos são objeto de intenso debate em diversas partes do mundo.
Tipos de Aborto.
- Por envenenamento salino
Extrai-se o líquido amniótico dentro da bolsa que protege o bebê. Introduz-se uma longa agulha através do abdômen da mãe, até a bolsa amniótica e injeta-se em seu lugar uma solução salina concentrada. O bebê ingere esta solução que lhe causará a morte em 12 horas por envenenamento, desidratação, hemorragia do cérebro e de outros órgãos.
Esta solução salina produz queimaduras graves na pela do bebê. Algumas horas mais tarde, a mãe começa "o parto" e da a luz a um bebê morto ou moribundo, muitas vezes em movimento.
Este método é utilizado depois da 16o semana de gestação.
- Por Sucção
Insere-se no útero um tubo oco que tem uma ponta afiada. Uma forte sucção (28 vezes mais forte que a de um aspirador doméstico) despedaça o corpo do bebê que está se desenvolvendo, assim como a placenta e absorve "o produto da gravidez" (ou seja, o bebê), depositando-o depois em um balde. O abortista introduz logo uma pinça para extrair o crânio, que costuma não sair pelo tubo de sucção. Algumas vezes as partes mais pequenas do corpo do bebê podem ser identificadas. Quase 95% dos abortos nos países desenvolvidos são realizados desta forma.
- Por Dilatação e Curetagem
Neste método é utilizado uma cureta ou faca proveniente de uma colher afiada na ponta com a qual vai-se cortando o bebê em pedaços com o fim de facilitar sua extração pelo colo da matriz. Durante o segundo e terceiro trimestre da gestação o bebê é já grande demais para ser extraído por sucção; então utiliza-se o método chamado dilatação e curetagem.
A cureta é empregada para desmembrar o bebê, tirando-se logo em pedaços com ajuda do fórceps. Este método está se tornando o mais usual.
- Por "D & X" às 32o semanas
Este é o método mais espantoso de todos, também é conhecido como nascimento parcial. Costuma ser feito quando o bebê se encontra já muito próximo de seu nascimento. Depois de ter dilatado o colo uterino durante três dias e guiando-se por ecografia, o abortista introduz algumas pinças e agarra com elas uma perninha, depois a outra, seguida do corpo, até chegar aos ombros e braços do bebê. Assim extrai-se parcialmente o corpo do bebê, como se este fosse nascer, salvo que deixa-se a cabeça dentro do útero. Como a cabeça é grande demais para ser extraída intacta; o abortista, enterra algumas tesouras na base do crânio do bebê que está vivo, e as abre para ampliar o orifício. Então insere um catéter e extrai o cérebro mediante sucção.
Este procedimento faz com que o bebê morra e que sua cabeça se desabe. Em seguida extrai-se a criatura e lhe é cortada a placenta.
- Por Operação Cesárea
Este método é exatamente igual a uma operação cesárea até que se corte o cordão umbilical, salvo que em vez de cuidar da criança extraída, deixa-se que ela morra. A cesárea não tem o objetivo de salvar o bebê mas de matá-lo.
- Mediante Prostaglandinas
Esta droga provoca um parto prematuro durante qualquer etapa da gravidez. É usado para levar a cabo o aborto à metade da gravidez e nas últimas etapas deste. Sua principal "complicação" é que o bebê às vezes sai vivo. Também pode causar graves danos à mãe. Recentemente as prostaglandinas foram usadas com a RU- 486 para aumentar a "eficácia" destas.
- Pílula RU-486
Trata-se de uma pílula abortiva empregada conjuntamente com uma prostaglandina, que é eficiente se for empregada entre a primeira e a terceira semana depois de faltar a primeira menstruação da mãe. Por este motivo é conhecida como a "pílula do dia seguinte". Age matando de fome o diminuto bebê, privando do de um elemento vital, o hormônio progesterona. O aborto é produzido depois de vários dias de dolorosas contrações.
Quanto ao tempo de duração da gestação
• Aborto subclínico: abortamento que acontece antes de quatro semanas de gestação
• Aborto precoce: entre quatro e doze semanas
• Aborto tardio: após doze semanas

Concluímos que o aborto é correto onde a mãe corre risco de vida, onde a criança corre risco de vida ou em caso de estupro. Mas no caso de o casal não utilizar dos métodos anticonceptivos achamos incorreto, pois o casal tem que ser responsável pelo seus atos pois é a vida de uma criança em jogo.

Nomes: Cibele Schumann, Daiane Holz.
Turma: 2°E.


Madeira Fóssil
E suas transformações

Trata-se de restos de árvores soterradas em turfeiras e por estarem impregnadas de ácidos úmidos, resistem à putrefação.
Outro tipo de fóssil interessante é a madeira petrificada. A madeira petrificada geralmente se forma quando árvores caem em um rio, tornando-se saturadas e sendo enterradas na lama, cinzas, e outros materiais. A madeira petrificada pode preservar a estrutura da madeira com todos os seus detalhes, até o nível microscópico. Estruturas como os anéis de crescimento e os vários tecidos são características frequentemente observadas. Existem alguns minerais como a sílica na cinza vulcânica, que penetram lentamente na árvore e enchem os minúsculos poros das células da madeira. Isso muda a composição global da madeira, transforma-a em material pétreo, embora preserve sua estrutura original. A variedade de minerais em madeira petrificada cria cores vivas e impactantes.
Acreditava-se que só através de um processo lento de milhares de anos, que a madeira se tornaria uma pedra. Mas não é assim que acontece, isso se deve a experiências realizadas em laboratórios com pedaços de madeira, o qual sua petrificação em alguns anos se dá por completa.
Existem vários exemplos de pedras petrificadas (pedras preciosas), um exemplo é a ametista, que é uma pedra muito valiosa. É um quartzo de cor roxa, em tons que vão do roxo bem claro ao roxo profundo.
Nosso Estado é também muito rico em madeira fóssil, com a qual se podem obter belíssimos objetos decorativos, bijuterias e mesmo jóias. Atualmente sua produção está suspensa por medida legal, aguardando-se uma avaliação do nosso potencial para então se decidir onde pode ser extraída e em que volume.

Nomes: Cibele Schumann, Daiane Holz.
Turma: 2° E.

Trabalhos da PUC.


Queda Livre

A queda livre é o movimento de um corpo que, partindo do repouso e desprezando a resistência do ar, está sujeito, apenas à interação gravítica.

Quando lançamos um corpo verticalmente para cima verificamos que ele sobe até certa altura e depois cai porque é atraído pela Terra.

Da mesma forma observamos que um corpo cai ao ser abandonado de determinada altura porque é atraído pela Terra, como vimos no experimento.

Os corpos são atraídos pela Terra porque em torno dela há uma região chamada campo gravitacional que exerce uma atração sobre eles.

Denomina-se queda livre o movimento de subida ou de descida que os corpos realizam no vácuo, nas proximidades da superfície da Terra.

Podemos também desprezar a resistência que o ar exerce ao movimento dos corpos, durante a subida ou a descida, e, neste caso, considerá-los como em queda livre.

Quando um corpo é lançado verticalmente para cima realiza durante a subida um movimento retilíneo uniformemente retardado, pois o módulo de sua velocidade diminui no decorrer do tempo. E quando um corpo é lançado verticalmente para baixo realiza um movimento retilíneo uniformemente acelerado, pois o módulo de sua velocidade aumenta no decorrer do tempo.

Se abandonarmos da mesma altura dois corpos de massas diferentes e livres da resistência do ar (vácuo) é possível observar que o tempo de queda é igual para ambos.

Conclui-se então que o valor da aceleração da gravidade é independente da massa do corpo em queda livre e para lugares próximos da superfície da Terra (onde a resistência do ar é desprezada), assim como da altura a que ele se encontra. E que todos os corpos, independentemente de sua forma, massa, ou tamanho caem com aceleração constante e igual.


Nomes: Cibele Schumann, Daiane Holz.

Turma: 2°E


segunda-feira, 18 de maio de 2009

TRABALHO DE LITERATURA SOBRE O LIVRO IRACEMA

oNomes:Franciele Lisboa, Natiele Feijo e Susele Pinho Turma/serie: 2°E Trabalho De Literatura-

Romantismo:1- Indique o foco narrativo do romance Iracema. Comprove com trechos do texto.A narrativa é em terceira pessoa e o narrador é onisciente e onipresente. No começo do livro o narrador é em primeira pessoa.2. Cite as personagens principais e caracterize-as.Os personagens principais do livro Iracema é o Martim e a Iracema.3. Retire do texto descrição do espaço da narrativa.A valorização da cor local, do típico, do exótico increve-se na intenção nacionalista de embelezar e engrandecer a terra natal por meio de metáforas e comparações que ampliam as imagens de um Nordeste paradisíaco, primitivo, que nada tem a ver com a aspereza do sertão do semi-árido. É o Nordeste das praias e das serras (Ibiapaba), dos rios (Parnaíba e Jaguaribe) e da bica do Ipu.4. Escreva, com suas palavras, um resumo do enredo.O romance conta, de forma quase poética, o amor de um branco, Martim Soares Moreno, pela índia Iracema, a virgem dos lábios de mel e de cabelos mais negros que a asa da graúna e explica poeticamente as origens da terra natal do autor, o Ceará.A relação do casal serviria de alegoria para a formação da nação brasileira. A índia Iracema representaria a natureza virgem e a inocência, enquanto o colonizador Martim representa a cultura européia. Da junção dos dois surgirá a nação brasileira, representada alegoricamente, pelo filho do casal, Moacir.Para alguns críticos, a palavra Iracema é um anagrama de América, tratando-se o livro pois de uma metáfora sobre a colonização americana pelos europeus. O desenvolvimento da história e, principalmente o final, assemelham-se em muito a história do novo continente.

Bruno Garcez, Pedro Ávila, Gustavo Ferraz, Juliano Antunes
1)Indique o foco narrativo do romance Iracema. Comprove com trechos do texto.

A narrativa é em terceira pessoa e o narrador é onisciente e onipresente. No começo do livro o narrador é em primeira pessoa.

Primeira Pessoa (inicio): “Verdes mares de minha terra natal”
Terceira Pessoa (restante): “Uma tarde Iracema viu de longe dois guerreiros que avançavam pelas praias do mar”


2) Cite as personagens principais e caracterize-as.
Iracema: cabelos negros e longos, era a virgem dos lábios de mel;
Martim Soares Moreno: guerreiro branco que representa o colonizador europeu, era amigo dos pitiguaras, habitantes do litoral, adversários dos Tabajaras. Os pitiguaras lhe deram o nome de Coatiabo;
Moacir: filho de Iracema representa no livro o primeiro brasileiro;
Araquém: o feiticeiro da tribo Tabajara e pai de Iracema;
Caubi: irmão de Iracema;
Poti: índio Pitiguara, que se considerava irmão de Martim;
Batuirité: avô de Poti;
Jacaúna: irmão de Poti;
Irapuã: chefe dos Tabajaras; apaixonado por Iracema;

3) Retire do texto descrição do espaço da narrativa.

A valorização da cor local, do típico, do exótico increve-se na intenção nacionalista de embelezar e engrandecer a terra natal por meio de metáforas e comparações que ampliam as imagens de um Nordeste paradisíaco, primitivo, que nada tem a ver com a aspereza do sertão do semi-árido. É o Nordeste das praias e das serras (Ibiapaba), dos rios (Parnaíba e Jaguaribe) e da bica do Ipu.


4) Escreva, com suas palavras, um resumo do enredo.


Iracema
A obra conta a história de amor vivida por Martin, um português, e Iracema uma índia tabajara. Eles apaixonaram-se quase que à primeira vista. Devido a diferença etnica, por Iracema ser filha do pajé da tribo e por Irapuã gostar dela, a única solução para ficarem juntos, é a fuga. Ajudados por Poti, Iracema e Martim, fogem do campo dos tabajaras, e passam a morar na tribo de Poti (Pitiguara). Isso faz com que Iracema sofra, mas seu amor por Martim é tão mais forte, que logo ela se acostuma, ou pelo menos, não deixa transparecer. A fuga de Iracema faz com que uma nova batalha seja travada entre os tabjaras e os pituguaras. Pois Arapuã quer se vingar de Martin, que "roubou" Iracema, mas Mertim é amigo de Poti, índio pitiguara, que irá protegê-lo.
Além disso, a tribo tabajara alia-se com os franceses que lutam contra os portugueses, que são aliados dos pitiguaras, pela posse do território brasileiro. Com o passar do tempo, Martim começa a sentir falta das pessoas que deixou em sua pátria, e acaba distanciando-se de Iracema. Esta, por sua vez, já grávida, sofre muito percebendo a tristeza do amado. Sabendo que é o motivo do sofrimento de Martim, ela resolve morrer depois que der à luz ao filho. Sabendo da ausência de Martim, Caubí, irmão de Iracema, vai visitá-la e dia que já a perdoou por ter fugido e dado às costas à sua tribo. Acaba conhecendo o sobrinho, e promete fazer visistas regulares aos dois.
Conta que Araquém, pai de Iracema, está muito velho e mal de saúde, devido à fuga de Iracema. Justo no período que Martim não está na aldeia, Iracema dá luz ao filho, ao qual dá o nome de Moacir. Sofrendo muito, não se alimentando, e por ter dado à luz recentemente, Iracema não suporta mais viver e acaba morrendo logo após entregar o filho à Martim. Iracema é enterrada ao pé de um coqueiro, na borda de um rio, o qual mais tarde seria batizzado de Ceará, e que daria também nome à região banhada por este rio. Ao meio desta bela história de amor, estão os conflitos tribais, intensificados pela intervenção dos brancos, peocupados apenas em conquistar mais territórios e dominar os indígenas.

Nomes: Daiane Holz, Monique Strieder e Ludmila Coutinho.


1)Indique o foco narrativo do romance.

O foco é quando ela foge da tribo dela com Martim para tribo dos Pitiguaras que é a rival da tribo dela.

2)Cite as personagens principais e a caracterize- as .

1) Iracema - a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asas da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era mais doce que seu sorriso, nem a baunilha rescendia no bosque como se hálito perfumado. Era mais rápida que a ema selvagem. Índia da tribo tabajara, filha de Araquém. Demonstrou muita coragem e sensibilidade. Revelou-se amiga, companheira, amorosa, amante, submissa e confiante. Renunciou tudo pelo amor de Martim. Representa bem o elemento indígena que se casa com o branco para formar uma nova raça: a brasileira.

2) Martim - o seu nome na língua indígena significa "filho de guerreiro". Era português e veio ao Brasil numa expedição, quando fez amizade com Jacaúna, chefe dos pitiguaras, dos quais recebeu o nome de Coatiabo - "guerreiro pintado". Tinha nas faces o branco das areias que bordam o mar, nos olhos o azul triste das águas profundas, os cabelos do sol. Corajoso, valente, audaz, representa bem o branco conquistador, que se impôs aos índios na colonização do Brasil.

3) Araquém - pai de Iracema, pajé da tribo tabajara, tinha os olhos cavos e rugas profundas, compridos e raros cabelos brancos. Era um grande conselheiro, tinha o dom da sabedoria e da liderança.

4) Andira - irmão do pajé Araquém. Provou ser um grande e impetuoso guerreiro. É o velho herói. É feroz Andira que bebeu mais sangue na guerra que beberam já tantos guerreiros. Ele viu muitos combates na vida, escapelou muitos pitiguaras. Nunca temeu o inimigo. Seu nome significa "morcego". 5) Caubi - irmão de Iracema. Tinha o ouvido sutil, era capaz de pressentir a boicininga (cascavel) entre rumores da mata; tinha o olhar que melhor vê nas trevas. Era bom caçador, corajoso, guerreiro destemido que não guardou rancor da irmã, indo visitá-la na sua choupana distante. 6) Irapuã - chefe dos tabajaras, manhoso, traiçoeiro, ciumento, corajoso, valente, um grande guerreiro. Estava sempre lembrando a Iracema sobre a necessidade de se conservar virgem, pois ela guardava o segredo de Jurema. O seu nome significa "mel redondo". De certa forma, Irapuã representa, com sua oposição, um esforço no sentimento de guardar e preservar as tradições indígenas. 7) Poti - guerreiro destemido, irmão do chefe dos pitiguaras. Prudente, valente, audaz, livre, ligeiro e muito vivo. Tinha uma grande amizade por Martim a quem considerava irmão e de quem era aliado. 8) Jacaúna - o grande Jacaúna, o chefe dos pitiguaras, senhor das praias do mar. O seu colar de guerra, com os dentes dos inimigos vencidos, era um brasão e troféu de valentia. Era corajoso, exímio guerreiro, forte. Seu nome tem o significado de "jacarandá-preto". 9) Batuireté - avô de Poti, maior chefe. Tinha a cabeça nua de cabelos, cheio de rugas, Morava numa cabana na Serra do Maranguab (sabedor de guerra). Batuireté significa "valente nadador". 10) Jatobá - pai de Poti. Conduziu os pitiguaras a muitas vitórias. Robusto e valente. 11) Moacir - o nascido do sofrimento, o "filho da dor". É, na alegoria de Alencar, o primeiro brasileiro - fruto da união do branco com o índio. Mal nasceu, já exilava da terra que o gerou. Estaria nisso a predestinação errante da gente nordestina.
3)Retire do texto descrição do espaço da narrativa.

Mais rápido que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu.”
“ O sol deitou-se e de novo se levantou no céu. Os guerreiros chegaram aonde a serra quebrava para o sertão; já tinham passado aquela parte da montanha, que por ser despida de arvoredo e tosquiada como a capivara, a gente de Tupã chamava Ibiapina.”
“[...] afrontava as árvores do mais alto píncaro da serrania, e quando batido pela rajada, parecia varrer o céu com imensa copa.”

“E foi assim que um dia veio a chamar-se Ceará o rio onde crescia o coqueiro, e os campos onde serpeja o rio.


4)Escreva, com suas palavras, um resumo dos enredo.

Iracema (José de Alencar)

Iracema era uma índia Tabajara, filha do pagé chamado Araquém. Iracema era prometida ao índio Irapuã que era da mesma tribo de Iracema.
Tudo estava bem ate Iracema conhecer o português Martim que vinha de Portugual para dominas o território dos índios. Que apaixonou-se por Iracema, mas para continuar com esse amor proibido eles tiveram que fugir.
Martim e Iracema refugiaram-se na tribo de Poti, que era da tribo Pitiguara, rival da tribo Tabajara.
Iracema sentia muita falta de sua tribo, mas seu amor por Martim era maior, por isso a tribo Tabajara iniciou a guerra contra a tribo dos Pitiguaras, para vingar-se de Martim. Então os Tabajaras se uniram aos franceses que estavam com uma guerra contra os portugueses, sendo que os portugueses eram aliados dos Pitiguaras.
Martim sentia saudade de sua família que estava em Portugual. Iracema estava grávida decidiu morrer após o parto para que Martim podesse voltar para Portugual. A índia deu a luz, quando Martim precisou viajar.
Aproveitando da ausência de Martim o irmão de Iracema, Caubi foi visita-la, e falou que seu pai estava muito doente, e que havia perdoado-a Iracema fraca pelo parto, e não se alimentava direito morreu após entregar o seu filho Moacir a Martim.
Foi entrerrada ao pé de um coqueiro as margens do rio que hoje é chamado de Ceará e que banha toda região do Ceará.

Nomes: Lauren Lemos e Miriam Buss

1) Indique o foco narrativo do romance Iracema. Comprove com trechos do texto.
O foco narrativo é na terceira pessoa. Narrador observador, isto é, um narrador que caracteriza os personagens a partir do que pode observar de seus sentimentos e comportamento.


Trechos: “ Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema.”“Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho [...]”
“Avança a filha de Araquém nas trevas; pára e escuta.”
“O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu.”“[...] e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.”


2) Cite as personagens principais e caracterize-as.

Iracema: cabelos negros e longos, era a virgem dos lábios de mel;

Martim Soares Moreno: guerreiro branco que representa o colonizador europeu, era amigo dos pitiguaras, habitantes do litoral, adversários dos Tabajaras. Os pitiguaras lhe deram o nome de Coatiabo;

Moacir: filho de Iracema representa no livro o primeiro brasileiro;

Araquém: o feiticeiro da tribo Tabajara e pai de Iracema;

Caubi: irmão de Iracema;

Poti: índio Pitiguara, que se considerava irmão de Martim;

Batuirité: avô de Poti;

Jacaúna: irmão de Poti;

Irapuã: chefe dos Tabajaras; apaixonado por Iracema;
3) Retire do texto descrição do espaço da narrativa:
“ Mais rápido que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu.”“ O sol deitou-se e de novo se levantou no céu. Os guerreiros chegaram aonde a serra quebrava para o sertão; já tinham passado aquela parte da montanha, que por ser despida de arvoredo e tosquiada como a capivara, a gente de Tupã chamava Ibiapina.”“[...] afrontava as árvores do mais alto píncaro da serrania, e quando batido pela rajada, parecia varrer o céu com imensa copa.”
“E foi assim que um dia veio a chamar-se Ceará o rio onde crescia o coqueiro, e os campos onde serpeja o rio.

4) Escreva, com suas palavras, um resumo do enredo:
Martim acorda em terras brasileiras e ouve alguém gritar por Iracema. Ele vê um barco indo embora.Iracema está junto à natureza, banhando-se, quando Martim a surpreende. Ela joga uma flecha nele, que apenas o machuca. Se arrepende, pede perdão e ela o leva até a aldeia. Iracema leva Martim até o Pajé, pai de Iracema o recebe com muita hospitalidade e diz a Martim que ele pode ter tanta fartura e mulheres da aldeia quando quiser. Iracema vai à barraca de Martim com as índias que o servirão. Ele diz que queria Iracema. Ela diz que deve permanecer virgem. Ele sai da cabana para ir embora. Iracema o busca e pede que fique ate seu Irmão Caubi voltar da caça para que o acompanhe mostrando-o o caminho. Voltam à cabana e ele dormiu escutando Iracema cantar. Irapuã prepara todos para a guerra contra Martim. Martim acorda. Iracema pergunta se há uma noiva o esperando. Ele diz que sim, mas que prefere Iracema a ela. A índia leva o estrangeiro para um bosque de juremas. Ela dá a ele uma bebida alucinógena. Eles têm um momento de romance. Ele adormece. Irapuã surge no bosque e diz que está com ciúmes por Iracema estar acompanhando Martim. Ele diz que, quem sabe se matar Martim, Iracema talvez o queira. Iracema diz que nunca se entregará a Irapuã. Aponta uma flecha para ele e diz que não o deixará machucar Martim. Irapuã vai embora mas jura vingança. Martim acorda e vê Iracema triste. Ela diz que é porque ele partirá assim que Caubi chegar. Martim diz que fica, para vê-la feliz. Ele diz que quer deitar-se com ela, ela diz que quem a possuísse morreria e ela, logo depois. Ele diz que vai embora para mantê-la em segurança. Martim avisa ao Pajé que ele vai embora. Eles preparam as coisas para a partida do estrangeiro. Iracema dá a ele uma rede. Iracema se despede de Martim com um beijo. Iracema está triste. Ouve o grito de guerra de Caubi e sai correndo saber o que está acontecendo. Caubi estava protegendo Martim de Irapuã e de 100 guerreiros. Caubi diz para Iracema levar Martim até a cabana do Pajé. Martim fica para lutar com Iraupã. Os guerreiros afastaram Caubi e Iracema e estavam para enfrentar Martim quando soou o grito de guerra dos pitiguaras (tribo inimiga dos tabajaras). Os guerreiros tabajaras procuraram os pitiguaras. Irapuã, pensando que fosse armação de Iracema para salvar Martim, vai até a cabana para matar o estrangeiro. Araquém, o pajé, o defende, dizendo que ele é hóspede de Tupã. Para proteger Martim, o pajé abre um buraco na terra com a ajuda de Tupã. Martim sussurra para Iracema que o soar dos pitiguaras era de seu amigo, Poti. Martim diz que precisa falar com ele. Iracema o proíbe, por causa do perigo de Irapuã. Ela vai, no lugar do estrangeiro, falar com Poti e dizer-lhe que Martim iria fugir escondido com ele, para evitar conflito com a tribo. Antes de Iracema sair, ela ouviu de seu pai um segredo: Caso o inimigo viesse a matar Martim, ela deveria esconde-lo no subterrâneo da cabana, sob uma grande pedra. Não era seguro Martim sair na luz do dia, caso contrário seria morto, por isso Iracema pediu ao irmão para que levantasse a pedra e escondesse ela e Martim. Então Chegou Irapuã com seus subordinados, todos eles bebados e discutiram com o irmão de Iracema. No mesmo instante soou o trovão de Tupã. A princípio os índios não deram muita importancia, mas na segunda vez entenderam como um sinal de ameaça de Tupã, pegaram seu Chefe e sairam com medo. No interior da caverna, Iracema e Martim escutam a voz de Poti, apesar de não ver ele. Ficou combinado que Martim iria partir quando ocorresse a mudança da lua, pois os tabajaras estariam em festa e por isso seria mais seguro. De noite, quando o pai de Iracema não estava na cabana, Martim estava agoniado desejando Iracema sem poder tê-la. Ele lhe pediu um copo de vinho para apressar o sono. Dormiu e sonho com Iracema, ficou chamando seu nome e ela foi até ele. Martim sonha que está abraçando Iracema, sendo que estava abraçando ela de verdade. Ao amanhecer, Martim pede para Iracema se afastar dele, pois ele só a podia ter em sonho. Sendo assim, Iracema saiu e foi banhar-se. Mal sabia Martim que Tupã havia acabado de perder sua virgem. Quando a Lua finalmente apareceu e os tabajaras já estavam na festa, Iracema pegou Martim e o guiou até Poti. Iracema os acompanhou até os limites das terras dos tabajaras. Martim lhe pede que ela volte para sua cabana, mas Iracema lhe diz que não pode, pois já é sua esposa. E então ele descobre que o sonho que tivera na verdade fora realidade. Eles passam a noite no meio do caminho. Ao amanhecer, preocupado, Poti os acorda avisando que os tabajaras já estavam a caminho deles. Envergonhado, Martim pediu que Poti levasse Iracema e o deixasse só, pois ele merecia morrer. O amigo disse que não o largaria. Iracema apenas sorriu e continuou com eles. Irapuã e seus comandantes não demoraram a chegar no local e travou-se uma terrível batalha. No final, Jacaúna e Poti haviam vencidos e os tabajaras fugiram, levando Irapuã com eles. Iracema chorou ao ver seus irmãos de raça mortos.
Poti retornou à sua taba, às margens do rio, feliz por ter salvado Martim. Iracema estava triste por ficar hospedada na trigo inimiga de seu povo. Ciente disso, Martim resolveu procurar um lugar afastado para morarem. Puseram-se a caminho o casal e Poti, que fez questão de acompanhá-los. Acharam um local apropriado. Martim pensava em trazer seus soldados para se aliarem aos pitiguaras contra os tabajaras.
Na nova rotina diária, Poti e Martim caçavam, Iracema colhia frutas, passeava pelos campos, arrumava a cabana, sempre na expectativa da volta de Martim. Grávida, ela aguardava a hora do parto e já não sentia mais contrariedade por ter saído de sua nação. Com festas, Martim foi introduzido na tribo pitiguara adotando o nome de Coatiabo.
O tempo foi passando e Coatiabo já não se fascinava tanto por Iracema, sendo assim entrou ele em depressão. Ele vivia mais afastado, tomado pelas lembranças do passado anterior à vida na selva. Ficava olhando as embarcações passando a longe no mar, sem dar muita atenção à índia.
Certo dia Poti foi convocado a uma guerra e Coatiabo fez questão de ir junto. Os dois guerreiros partiram sem se despedir de Iracema. Ao caminharem ainda no território de sua nação, à beira de um lago, Poti fincou no chão uma flecha de Martim e atravessou nela um goiamum que ele acabara de abater, sabendo que a índia, ao ver a seta daquele jeito, entenderia o sinal de que o esposo havia partido. Martim entrelaçou nela uma flor de maracujá.
No dia seguinte, Iracema ia banhar-se no rio, viu a flecha e entendeu seu significado. Ela chorou muito e a partir de então, os seus dias foram ficando cada vez mais triste. Ela ficou sempre na esperança de ver Martim voltar.
Os dois guerreiros voltaram vitoriosos graças a Martim, que teve importante papel na guerra.
De novo em sua cabana, Martim e Iracema se amaram como no início de seu relacionamento. Aos poucos, porém, ele voltou a se isolar triste, olhando para os horizontes infinitos do mar, com saudade de sua gente. Iracema se afastava, também triste. Martim sabia que, se voltasse para sua terra, ela o acompanharia; então, ele estaria tirando dela um pedaço de sua vida, que era a convivência com seus parentes e amigos nas selvas.
Martim negava ter saudades da namorada branca, mas por não acreditar em nele, Iracema começou a ficar cada vez mais triste, prometendo sair da vida dele assim que o filho nascesse.
Um dia, apareceu no mar, ao longe, um navio dos guerreiros brancos que vinham aliar-se aos tupinambás para lutarem contra os pitiguaras. Poti e Martim armaram uma estratégia de defesa. Esconderam seus guerreiros e atacaram os inimigos de surpresa. A vitória foi retumbante.
Em quando a guerra acontecia, Iracema teve o filho e o batizou de Moacir, o filho da dor. Certa amanhã seu irmão Caubi veio visitá-la. Admirou o filho, mas espantou-se com a tristeza da irmã, que lhe pediu que voltasse para cuidar do velho Araquém.
De tanto chorar, Iracema perdeu o leite para alimentar o filho. Foi à mata e deu de mamar a alguns cachorrinhos; eles lhe sugaram o peito e dele arrancaram o leite para voltar a amamentar. A criança estava se nutrindo, mas a mãe perdera o apetite e as forças, por causa da tristeza.
No caminho de volta pra casa, Martim estava preocupado em como estaria Iracema, como estaria seu filho. Ao chegar viu Iracema na porta, no seu limite de forças. Ela só teve forças de entregar o filho em seus braços e então, ela desfaleceu e não se levantou mais da cama. Suas últimas palavras foram um pedido a Martim de que ele a enterrasse ao pé do coqueiro que ela tanto gostava. O sofrimento de Martim foi enorme. O lugar aonde Iracema foi enterrada veio a se chamar Ceará. Martim retornou para sua terra, levando o filho. Quatro anos depois, eles voltaram para o Ceará, onde Martim implantou a fé cristã. Poti se tornou cristão e continuou fiel amigo de Martim. Os dois ajudaram o comandante Jerônimo de Albuquerque a vencer os tupinambás e a expulsar o branco tapuia. De vez em quando, Martim revia o local onde fora tão feliz e se doía de saudade. A jandaia permanecia cantando no coqueiro, ao pé do qual Iracema fora enterrada. Mas a ave não repetia mais o nome de Iracema. O livro termina com a seguinte frase: "Tudo passa sobre a terra.".

Nomes: Helena, Fernanda, Cibele e Grace.

1)Indique o foco narrativo do romance. O foco é quando ela foge da tribo dela com Martim para tribo dos Pitiguaras que é a rival da tribo dela.

2)Cite as personagens principais e a caracterize- as . 1) Iracema - a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asas da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era mais doce que seu sorriso, nem a baunilha rescendia no bosque como se hálito perfumado. Era mais rápida que a ema selvagem. Índia da tribo tabajara, filha de Araquém. Demonstrou muita coragem e sensibilidade. Revelou-se amiga, companheira, amorosa, amante, submissa e confiante. Renunciou tudo pelo amor de Martim. Representa bem o elemento indígena que se casa com o branco para formar uma nova raça: a brasileira. 2) Martim - o seu nome na língua indígena significa "filho de guerreiro". Era português e veio ao Brasil numa expedição, quando fez amizade com Jacaúna, chefe dos pitiguaras, dos quais recebeu o nome de Coatiabo - "guerreiro pintado". Tinha nas faces o branco das areias que bordam o mar, nos olhos o azul triste das águas profundas, os cabelos do sol. Corajoso, valente, audaz, representa bem o branco conquistador, que se impôs aos índios na colonização do Brasil. 3) Araquém - pai de Iracema, pajé da tribo tabajara, tinha os olhos cavos e rugas profundas, compridos e raros cabelos brancos. Era um grande conselheiro, tinha o dom da sabedoria e da liderança. 4) Andira - irmão do pajé Araquém. Provou ser um grande e impetuoso guerreiro. É o velho herói. É feroz Andira que bebeu mais sangue na guerra que beberam já tantos guerreiros. Ele viu muitos combates na vida, escapelou muitos pitiguaras. Nunca temeu o inimigo. Seu nome significa "morcego". 5) Caubi - irmão de Iracema. Tinha o ouvido sutil, era capaz de pressentir a boicininga (cascavel) entre rumores da mata; tinha o olhar que melhor vê nas trevas. Era bom caçador, corajoso, guerreiro destemido que não guardou rancor da irmã, indo visitá-la na sua choupana distante. 6) Irapuã - chefe dos tabajaras, manhoso, traiçoeiro, ciumento, corajoso, valente, um grande guerreiro. Estava sempre lembrando a Iracema sobre a necessidade de se conservar virgem, pois ela guardava o segredo de Jurema. O seu nome significa "mel redondo". De certa forma, Irapuã representa, com sua oposição, um esforço no sentimento de guardar e preservar as tradições indígenas. 7) Poti - guerreiro destemido, irmão do chefe dos pitiguaras. Prudente, valente, audaz, livre, ligeiro e muito vivo. Tinha uma grande amizade por Martim a quem considerava irmão e de quem era aliado. 8) Jacaúna - o grande Jacaúna, o chefe dos pitiguaras, senhor das praias do mar. O seu colar de guerra, com os dentes dos inimigos vencidos, era um brasão e troféu de valentia. Era corajoso, exímio guerreiro, forte. Seu nome tem o significado de "jacarandá-preto". 9) Batuireté - avô de Poti, maior chefe. Tinha a cabeça nua de cabelos, cheio de rugas, Morava numa cabana na Serra do Maranguab (sabedor de guerra). Batuireté significa "valente nadador". 10) Jatobá - pai de Poti. Conduziu os pitiguaras a muitas vitórias. Robusto e valente. 11) Moacir - o nascido do sofrimento, o "filho da dor". É, na alegoria de Alencar, o primeiro brasileiro - fruto da união do branco com o índio. Mal nasceu, já exilava da terra que o gerou. Estaria nisso a predestinação errante da gente nordestina.
3)Retire do texto descrição do espaço da narrativa. “ Mais rápido que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu.”“ O sol deitou-se e de novo se levantou no céu. Os guerreiros chegaram aonde a serra quebrava para o sertão; já tinham passado aquela parte da montanha, que por ser despida de arvoredo e tosquiada como a capivara, a gente de Tupã chamava Ibiapina.”“[...] afrontava as árvores do mais alto píncaro da serrania, e quando batido pela rajada, parecia varrer o céu com imensa copa.”“E foi assim que um dia veio a chamar-se Ceará o rio onde crescia o coqueiro, e os campos onde serpeja o rio.
4)Escreva, com suas palavras, um resumo dos enredo. Iracema (José de Alencar) Iracema era uma índia Tabajara, filha do pagé chamado Araquém. Iracema era prometida ao índio Irapuã que era da mesma tribo de Iracema.Tudo estava bem ate Iracema conhecer o português Martim que vinha de Portugual para dominas o território dos índios. Que apaixonou-se por Iracema, mas para continuar com esse amor proibido eles tiveram que fugir. Martim e Iracema refugiaram-se na tribo de Poti, que era da tribo Pitiguara, rival da tribo Tabajara. Iracema sentia muita falta de sua tribo, mas seu amor por Martim era maior, por isso a tribo Tabajara iniciou a guerra contra a tribo dos Pitiguaras, para vingar-se de Martim. Então os Tabajaras se uniram aos franceses que estavam com uma guerra contra os portugueses, sendo que os portugueses eram aliados dos Pitiguaras.Martim sentia saudade de sua família que estava em Portugual. Iracema estava grávida decidiu morrer após o parto para que Martim podesse voltar para Portugual. A índia deu a luz, quando Martim precisou viajar.Aproveitando da ausência de Martim o irmão de Iracema, Caubi foi visita-la, e falou que seu pai estava muito doente, e que havia perdoado-a Iracema fraca pelo parto, e não se alimentava direito morreu após entregar o seu filho Moacir a Martim.Foi entrerrada ao pé de um coqueiro as margens do rio que hoje é chamado de Ceará e que banha toda região do Ceará.

Nome: Alesi Bohns.

1. Indique o foco narrativo do romance Iracema. Comprove com trechos do texto.
A narrativa é em terceira pessoa e o narrador é onisciente e onipresente. No começo do livro o narrador é em primeira pessoa.“O sentimento que ele (Martim) pôs nos olhos e no rosto não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara."
“Uma história que me contaram nas lindas vargens onde nasci”.
"Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta jandaia nas frondes da carnaúba"
2. Cite as personagens principais e caracterize-as.
Iracema – índia da tribo dos tabajaras, filha de Araquém, velho pajé;Martim Soares Moreno – guerreiro branco, colonizador europeu, amigo dos pitiguaras, habitantes do litoral, adversários dos tabajaras;Moacir - Filho de Iracema e Martim, filho do sofrimento;Poti – herói dos pitiguaras, amigo – que se considerava irmão – de Martim;Irapuã - chefe dos tabajaras; apaixonado por Iracema. Ciumento e corajoso;Caubi – índio tabajara, irmão de Iracema;Jacaúna – chefe dos pitiguaras, irmão de Poti.
3. Retire do texto descrição do espaço da narrativa.O espaço da obra é o Estado do Ceará e o tempo é o início do século XVII.
4. Escreva, com suas palavras, um resumo do enredo.
IRACEMAJosé de Alencar
A história se transcorre no século XVI, nas então selvagens selvas nordestinas, onde hoje é o litoral do Ceará. Martin, um jovem guerreiro português, é ferido por uma índia ao andar só por entre as matas. Essa índia é a jovem guerreira tabajara Iracema, virgem consagrada a Tupã e que continha o segredo da jurema: a preparação de um licor que provocava êxtase nos índios tabajaras. A jovem, percebendo que havia ferido um inocente, o leva para a cabana do pai, o pajé Araquém. A hospedagem de Martin junto aos tabajaras não agrada a muitos, principalmente um guerreiro de nome Irapuã, apaixonado por Iracema. Enquanto isso, Martin convive com a saudade de Portugal e sua amada que lá foi deixada, e também com a crescente admiração pela virgem tabajara.
Em meio a festas e guerras travadas com outras tribos, a virgem e o guerreiro branco se envolvem amorosamente, o que contraria o voto de castidade a Tupã. Apaixonada por Martin e contrariando a crença de sua tribo, só resta a Iracema fugir de sua aldeia antes que o pai e os outros selvagens percebam. Essa fuga se dá ao lado do amado e de um guerreiro da tribo pitiguara de nome Poti, a quem o jovem português tratava como irmão. Ao perceber o ocorrido, os tabajaras, liderados por Irapuã e o irmão de Iracema, Caubi, perseguem os amantes. Encontram a tribo inimiga pitiguara, com quem travam um sangrento combate. Iracema, vendo a ferocidade com que Irapuã e Caubi agridem Martin, os fere gravemente. A tribo tabajara, pressentido a derrota e a morte em massa, foge.
A desesperada fuga acaba numa praia deserta, onde Martin e Iracema constroem uma cabana. Passado algum tempo, Martin se sente na obrigação de ir guerrear junto ao seu irmão Poti e a tribo pitiguara, deixando Iracema na cabana, grávida. Martin demora e Iracema dá a luz a um menino, ficando gravemente debilitada pelo parto. O guerreiro branco chega logo depois e, ao ouvir o canto triste da jandaia (ave que sempre acompanha Iracema), pressente a tragédia. Volta ainda a tempo de ver Iracema morrer nos seus braços, enterrando-a ao pé de um coqueiro. O filho de Iracema e Martin tornou-se assim o primeiro cearense, fruto da relação muitas vezes trágica entre o sangue português e o sangue indígena.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Trabalho interdisciplinar.



Nomes: Lauren Lemos e Miriam Buss.

Primeiros Habitantes

Os índios foram os primeiros habitantes do Brasil e durantes anos suas terras foram disputadas por outros países. Foram mortos, escravizados, tiveram sua cultura alterada tudo por interesse. Não só os índios brasileiros, mas os Astecas e os Incas, por exemplo, também sofreram tais mudanças. Esses povos sempre foram bem hospitaleiros e tinham grande respeito pela natureza.Nisso podemos citar um famoso livro Iracema, de José de Alencar, aonde mostra claramente o quanto os índios eram hospitaleiros, mas ainda sim eram cautelosos para que sua raça não se misturasse com as do “branco”.Com esse mesmo espírito de hospitalidade junto com a crença de que deuses poderiam voltar a terra, foi que o império Asteca foi destruído.Já os índios brasileiros a princípio foram “amistosos” com os portugueses. Ajudavam eles até o certo momento em que os portugueses decidiram mudar os costumes dos índios; Fazer com que trabalhasse para eles, estipular horários, fazer com que se vestissem.Hoje em dia ainda há índios no Brasil, mas são poucos que ainda permanecem com suas crenças, costumes e cultura, pois cada vez mais os “brancos” vão tomando seu lugar, impondo seus costumes.Isso é uma falta de respeito com os índios, tendo em mente que essas terras são muito mais deles do que nossas.Nós é quem somos os estrangeiros e eles é quem foram o povo que nos receberam com grande hospitalidade.Com eles é que devemos aprender, sendo que seu trabalho é coletivo e não competitivo, são hospitaleiros e não hostis como somos nós hoje. Além disso, acima de tudo respeitam a natureza, fonte de vida, coisa que nós mesmos não respeitamos e por isso sofremos hoje com as mudanças climáticas.Deveríamos era aprender com os índios, como por exemplo, aprender a tirar remédios da natureza sem prejudicá-la. Deveríamos respeitar seu espaço, deixar que eles sigam sua cultura. É por causa de nosso egoísmo que o mundo está se destruindo.
Nomes: Luan Santos, Vinícius Pacheco e Alesi Bohns.
A luta de um povo
Os conflitos entre povos são acontecimentos que marcam a história do continente americano, principalmente quando esses povos têm culturas e tradições tão diferentes, pois por fazerem partes de sociedades tão distintas se diferem em interesses e costumes, como é o caso da relação de Índios e brancos de antigamente até os dias de hoje.Os Índios por amarem demais a terra em que vivem, pois é dela que tiram seu sustento e onde enterram seus mortos, chegam a se organizar para protestar contra homens brancos que resolvem construir usinas de beneficiamento, mas esta obra levaria ao alagamento de toda uma reserva que abrange inúmeras tribos. Eles crêem tanto naquilo que defendem que até a maneira de protestar vem dos costumes que eles estão defendendo, por isso, pintam o rosto, se vestem e dançam pedindo ajuda aos deuses para que a obra não aconteça, pois só assim se manterão unidos e fortes para garantir os costumes que trazem de geração em geração. Um protesto semelhante a este, anteriormente citado, aconteceu no STF (Supremo Tribunal Federal) onde índios, defenderam o direito de permanecerem em terras previamente demarcadas como reservas indígenas, a Raposa Serra do Sol, que visava à implantação de postos e derivados militares e a expansão da malha viária, necessitando assim da saída de seus ocupantes, mas estes lutaram em defesa de seu território. Esses fatos, assim como outros nos levam a concluir que esses conflitos igualmente acontecem como no livro de Iracema, que faz parte da nossa literatura brasileira, onde o índio busca a garantia de seus costumes e culturas, pois sabe que a proximidade de uma sociedade tão diferente da sua, como é a dos homens brancos traria, como até hoje trouxe, uma ameaça a sua existência como “Indígena propriamente dito”, inserido no seu ambiente natural e com seu modo próprio de viver, para que não perca suas origens, mantendo sempre viva sua herança cultural.
Nomes: Daiane Holz, Monique Strieder, Tamires Afonso.
A mão dos brancos sobre os índios
Os índios cada vez mais perdem seu espaço para os "brancos", isso vem ocorrendo a muito tempo. No livro Iracema já escrito a um tempo atrás ja fala dessa invasão dos brancos na vida dos índigenas. Com a invasão, modificou a cultura dos índios, muitos ja adotaram as roupas, os alimentos,enfim, o modo de viver dos brancos. Alem de mecherem com a cultura dos índios mecheram também com suas terras, muitos índios reclamam ate hoje pela invasões dos brancos. No livro Iracema conta a história de um amor proibido entre uma índia brasileira e um invasor português. Com esse romance já podemos ver que desde 1865 já tem esse problema das invasões nas terras dos índios. Como vimos desde muito tempo, os custumes dos índigenas são enfluênciados por eles. Antigamente eles tinham um costume de andar sem roupas, com apenas pinturas, acessórios feitos com penas e por eles mesmos. Com a influência dos homem branco esse costuma mudou, eles foram obrigados a se vestir igual a eles, e também usar acessórios que os brancos lhe davam em troca de seu trabalho (1350).Muitos índios tem suas terras envadidas por mineradoras, usinas e outras, essas empresas só vem o seu lado, o quanto elas vão ganhar, não se importam por estar destruindo as terras dos índios, a natureza.Por esses motivos todos e com toda razão os índios tem direito de se revoltar, pois, são simplesmente explorados, maltratados, obrigados a mudar suas culturas, simplesmente por homens que querem lucrar sobre eles e suas terras.
Nomes: Fernanda, Helena e Ludmila.
A batalha dos Índios
Com o passar do tempo, viemos a entender como e porque os índios foram perdendo seus costumes, seus hábitos, suas culturas para os 'brancos', pois suas terras eram disputadas por muitos países. Também podem ser citados nessa mudança, os maias, incas, astecas e índios brasileiros. Por mais que tenham sofrido essas grandes mudanças, eram muito prestativos e tinham grande respeito, principalmente pela natureza, pois dela lhe tiravam alimento, vestimenta e moradia. De algum tempo pra cá, foram perdendo todos os seus direitos aos 'brancos', que começaram a destruir as áreas habitadas pelos índios, que foram perdendo total sustento. Como cita o livro Iracema de José de Alencar, os índios eram muito cuidadosos para que seu povo não se misturasse com os 'brancos'. Mas com o passar do tempo, foram manipulados a fazer as suas tarefas, os índios tinham que vestir o que os 'brancos' mandassem eles vestirem, não só isso, tinham que fazer tudo, como se fossem escravos. Hoje, no Brasil, ainda existem muitos índios, mas praticamente sem seus costumes, hábitos, sem sua cultura, pois nós estamos nos apoderando cada vez mais de suas terras, para colocar grandes empresas, que geram muito lucro para os donos, para o país... Mas também por causa dessas empresas, sofremos cada vez mais com as mudanças climáticas, pois temos uma grande fonte de oxigênio puro, que estamos destruindo aos poucos, e só quando não existir quase vida, todos pensarão naqueles 'pouquinhos' de natureza jogada fora. Temos que lembrar, que foram eles os dispostos a nos agregar em suas terras. Por isso devem sempre lutar pelos seus direitos, porque são um povo, que de geração em geração foram perdendo quase tudo. Há tantas maneiras de gerar lucro desse recurso tão natural,sem causar vastas destruições em matas e rios, como por exemplo usar para fontes de estudo há novos medicamentos, não tem porque destruir uma benefício para todos nós seres humanos. E, além disso, deveríamos todos ter a mesma 'educação' que os índios, pois não pensam somente no lucro que tal investimento vai lhes fornecer, e sim, se aquilo seria realmente o que seu povo está precisando, coisas que hoje em dia, aqui no Brasil e em muitos lugares não acontecem muito.
Nomes: Thomaz Potenza, Juliano Antunes.
História dos Índios
Ao longo dos anos na história, vimos que o povo indígena não teve reconhecido o seu devido valor na sociedade; isso ocorre porque não foi respeitado o seu espaço geográfico, eles se disseminaram com o povo branco, além do que, eles perderam sua liberdade com a construção do país. Antes os índios viviam livremente, as terras só pertenciam a eles, com a descoberta dos portugueses, o homem branco tomou o espaço dos índios, que passaram a trabalhar como escravos e a viver, como até hoje em dia, em áreas muito restritas. Muitas áreas foram dominadas e os índios expulsos em nome do objetivo comercial com o desmatamento das florestas, que levou por fim a vastas áreas de degradação da natureza.
Outro ponto a ser levado em consideração, é que os índios passaram a se relacionar com os brancos, e com isso se disseminaram e perderam sua identidade indígena, porque dessa mistura ocorrida os valores dos seus filhos passaram a estar muito relacionados com os valores dos povos europeus, aos quais estavam compreendidos no território brasileiro.
Alem disso, eles perderam a sua liberdade e identidade cultural, seus costumes, crenças, hábitos genuínos que devido a desintegração dos seus grupos e a repressão por parte do homem branco, acabaram perdendo boa parte de sua força. Foi muito difícil diante deste processo todo de mudança da realidade, da nova civilização que os europeus trouxeram, a manutenção por parte dos mesmos das bases que mantinham a sua cultura. Elas foram em muito reprimidas.
Com base nos argumentos citados, podemos concluir que os índios, legítimos brasileiros por serem os primeiros habitantes do Brasil, deveriam de ser vistos com mais respeito pelos nossos governantes, assim como pelos outros povos que habitam o Brasil, afim de que sejam preservadas sua integridade e sua cultura e tenham uma maior valorização desta.
Nomes: Natiele Sampaio, Camila Athaide, Susele Pinho.
Povos Indigenas
Os índios são divididos em astecas, maias, incas e tupis. Os primeiros habitantes do Brasil foram os índios, eles eram povos que viviam em tribos e se dedicavam a pesca, coleita. Os maias tinham uma organização política e eram eXtremamente religiosos , os astecas se destacavam pela educação ,pois os livros em era de grande importância. Os incas apesar de serem povos determinados e terem um exercito bem treinado e organizado, acabou-se revelando bastante frágil diante do invasor. Os tupis foram os primeiros habitantes brasileiros, eles tinham grande diversidade e cultura, religião e línguas. Como no livro Iracema de José de Alencar os brancos começaram a dominar os índios, assim modificando a cultura indígena, por tanto os índios tiveram que se adaptar aos costumes dos brancos. Concluímos que com o passar do tempo os índios foram perdendo seu território e sendo prejudicados,as pessoas deveriam dar mais assistência. Pois, com nossa ambição eles estão sendo injustiçados.
Nomes: Annelise Valente, Daiana Medeiros, Bárbara Oliveira.
Interferência do Homem Branco na Cultura Indígena
A cultura indígena, no dia de hoje, sofre com o impacto dos valores urbanos. Com o passar dos anos, os índios foram cada vez mais perdendo seus costumes e sua cultura. O homem branco também interfere na vida dos índios, tomando seu território e poluindo o meio ambiente.
Como já escrito no livro Iracema (José de Alencar) desde aquela época o homem branco já interferia na cultura indígena, travando assim conflitos que permanecem até os dias atuais. Eles mudaram muito seus costumes, como Poe exemplo passaram do uso de plumagens e pinturas para roupas trazidas pelos europeus.
Não só os índios do Brasil, mas também os Incas e os Astecas sofreram com o domínio do homem branco em suas terras. Portanto a cultura indígena, não só no Brasil, foi modificada e muitos deles foram escravizados e maltratados. Assim como no livro de Iracema, já citado acima, o homem branco entra em território indígena e se aproxima trazendo outras culturas, mudando costumes e prejudicando tal povo.
Com base nos argumentos citados,concluímos que com o passar do tempo os índios foram perdendo seu território, sendo prejudicados e explorados. Ao invés de serem vistos com respeito, afim de que sejam preservadas, com maior valorização, sua cultura.
Nomes: Grace Rosado, Cibele Schumann.

Povos Indígenas: a extinção

Com o passar do tempo o homem branco vem se apoderando da cultura indígena. Os índios vêm perdendo seus costumes e deixando para trás hábitos de seus antepassados. Com a construção da usina de mineração na Amazônia, os índios perderiam suas terras e os rios acabariam poluídos. Além do mais, os indígenas deixariam de ser independentes e dependeriam do homem branco. Com a invasão do homem branco, os costumes indígenas têm sido deixados de lado. Coisas como: alimentação, vestuário e religião estão sendo esquecidos. Os índios estão sendo obrigados a mudarem seus costumes e tendo que se acostumar aos hábitos do homem branco, ou seja, a vida dos indígenas esta sendo modificada. Diferente do que víamos antigamente, onde era dado o merecido valor aos índios, como no livro Iracema, que mostra o índio como uma figura heróica.
Os índios têm protestado contra a devastação da Amazônia, para que suas terras e rios não sejam prejudicados pela construção da Usina de Belomonte, que alagará a região onde a tribo vive, sem falar que parte da Amazônia será devastada. Perderão toda sua cultura e herança. Além disso, os transgênicos irão prejudicar muito a soberania alimentar.
Nas tribos, os índios vivem da caça, pesca e da colheita. Se vierem para a zona urbana terão que se habituar a um novo modo de vida, que não estão acostumados, como por exemplo: se vestir como o homem branco, a sua alimentação não será mais a mesma, terão que trabalhar para o seu sustento e até o seu modo de falar, que só é compreendido entre si, vai mudar.
Conforme o que foi mencionado, tudo nos leva a crer que se o homem continuar a se impor, o que era uma cultura, uma herança, aos poucos vai se terminando. Por isso seria melhor que os indígenas continuassem a viver do seu modo, com os seus costumes, com as suas tradições e com a sua cultura e que o homem branco se preocupasse mais em preservar a sua origem, ao invés de querer acabar com a cultura de um povo.
Nomes: Pedro Ávila, Gustavo Ferraz, Bruno Volz.
Intervenção do homem branco
Os índios foram os primeiros a povoarem as Américas,os índios Brasileiros especificamente viviam em tribos, tinham seus costumes, suas regras e seu modo de viver diferenciado um do outro. Desde a chegada do homem branco a terras americanas o modo de vida dos indígenas sofreu um grande impacto, primeiro foram amistosos e receberam os brancos com hospitalidade como mostra um livro escrito na época Iracema de Jose de Alencar os recebiam bem mas não aceitavam a mistura das raças, depois os Portugueses ocuparam e começaram a explorar as terras. Logo os índios estavam em uma vida escrava, tendo que se submeter a ordens, o que não durou muito tempo, pois não estavam acostumados a trabalhos forçados e as iguarias da Europa já não tinham mais valor para convence-los a trabalhar,com a má aceitação dos índios ao trabalho escravo vieram então os negros.
Bom, os índios foram dominados, seus lares eram determinados pelos invasores agora, com o passar do tempo os índios foram cada vez mais sendo expulsos de suas próprias terras e postos em pequenas partes de uma grande terra que a principio era toda deles.
O tempo passa e o mesmo acontece até os dias de hoje índios tirados de suas terras para serem melhores exploradas não mudou muita coisa se olhar bem cada vez piora mais, índios que antes davam valor a natureza seus rituais etç, hoje dão valor para coisas materiais graças a influencia do homem branco na sua sociedade as vezes com boas intenções mas mesmo assim influenciando em sua forma de se curar de se vestir e de se portar, boa parte dos que moram aqui descendentes de europeus não aceitam uma forma de cultura que não seja a deles portanto se acham superiores.
O governo devia dar mais importância aos índios e ao que eles originalmente dão valor a natureza por que afinal os donos das terras são eles não nós tudo que há de verde está sendo destruído por ambiciosos e o espaço deles está cada vez menor vai chegar o dia que não haverá mais espaço e eles terão de aderir por completo nossos costumes e valores.

Nomes: Marina Fernandes Neves, Franciele Bueno.
A luta do povo indígena

Os índios foram os primeiros a povoarem as Américas. Eles tinham seus costumes, religião, regras e hábitos diferentes um do outro.
Quando o homem branco chegou a America, os índios sofrerão muito com as diferenças de hábitos, o homem branco logo quis impor seus costumes, por exemplo, na alimentação, no modo de se vestir e no comportamento. Primeiramente os índios tentarão receber o homem branco com hospitalidade como fala o livro Iracema, mais eles tinham seus costumes e suas crenças e não aceitavam os costumes do homem branco, assim como o homem branco não aceitava os costumes indígenas.
Depois de os Portugueses terem ocupado as terras e as explorado, os índios estavam vivendo em uma vida escrava, pois se submetiam a ordens quem não aceitavam.
Os Portugueses nas batalhas com os índios sempre saiam em vantagem, pois tinham armas de fogo e matavam muito mais índios, os pobres índios tinham armas artesanais, lanças, etc.
Os espanhóis que também já estavam nessa luta pela conquista das terras americanas ganharam o consentimento do papa para conquistar as terras americanas com a “desculpa” de cate czar os índios, ai então a coroa espanhola determinou que eles viveriam em lotes.
No começo os índios trabalhavam em troca de especiarias européias, o que não durou muito tempo, pois os índios não estavam acostumados a trabalhos forçados e os Portugueses achavam o índio muito “preguiçoso”, então trouxeram os negros para a America.
E isso acontece ate hoje em dia, os índios são tirados de suas terras para elas serem melhor exploradas, o homem branco influenciou muito na vida e nos costumes indígenas, antes os índios se importavam com seus rituais, se importavam, mais com a natureza, hoje em dia eles se importam muito mais com coisas materiais.
O homem branco tinha e tem ate hoje o costume de querer que tudo funcione da sua maneira, não aceita o modo de vida indígena.
O governo deveria dar mais bola para os índios, ajudá-los mais, afinal de contas, eles fazem parte da nossa historia.